A tomada de decisão na gestão da saúde: entenda o impacto da análise de dados

Os avanços tecnológicos, em especial aqueles relacionados à transformação digital, estão permitindo às empresas melhorar muito os seus processos de tomada de decisão. E isso não é diferente no segmento de saúde.Há uma série de soluções computacionais que viabilizam a análise de dados de um modo mais eficiente e simplificado, trazendo diversos benefícios tanto em relação aos cuidados médicos, quanto para as instituições envolvidas.Neste artigo, você poderá entender melhor quais são e como funcionam essas ferramentas, além de conhecer algumas oportunidades que esse tipo de sistema de análise oferece. Acompanhe!

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Como a análise de dados pode transformar a tomada de decisão?

Independentemente do setor de atuação, os empreendedores e executivos de negócios sempre estiveram envolvidos em questões que demandam a tomada de decisão. Antigamente, isso era feito praticamente com base apenas nas experiências anteriores ou com o chamado feeling. Com o passar do tempo, ficou claro que analisar dados para criar cenários e fazer projeções era uma estratégia que melhorava esse processo.No entanto, a coleta e armazenagem dessas informações não eram triviais. Muitas vezes, mesmo reconhecendo a importância, as pessoas subutilizavam ou mesmo descartavam essa lógica, já que era muito difícil acessar e organizar esses números, transformando-os em algo inteligível.Na medida em que as tecnologias computacionais foram evoluindo, esse processo se tornou mais simples e orgânico. Especialmente no segmento da saúde que, até então, investia muito pouco em gestão.Hoje é possível armazenar os dados quase que instantaneamente no momento em que são gerados, pois grande parte das rotinas já acontece utilizando esses sistemas, de forma integrada. É possível contar com as fontes internas, mas buscar também informações externas de concorrentes para comparação.O Big Data, que é como chamamos essa enorme quantidade de dados que temos à disposição, tornou-se um recurso poderoso. Afinal, a forma mais eficiente de prosperar, é definindo exatamente para onde está indo e quais são os esforços necessários para concluir a jornada.E é exatamente essa a função da análise de dados. Viabilizar uma abordagem estratégica, por meio de uma visão ampla do negócio. Para conseguir isso, os dados podem ser processados e, a partir deles, definir os benchmarks e as metas que devem ser alcançadas em certo período.Assim, é possível identificar as vantagens competitivas, utilizando uma análise de pontos fortes e fracos de sua capacidade, fazer um diagnóstico daquilo que precisa ser melhorado para atender as demandas dos clientes, avaliar o modo como os recursos disponíveis estão sendo empregados no dia a dia e fazer escolhas com maior probabilidade de acerto.

Como a gestão da saúde está mudando?

As possibilidades oferecidas pela análise de dados têm feito com que novas maneiras de executar a gestão na saúde sejam observadas no setor. Por exemplo, por meio da identificação de tendências a partir do estudo de dados de determinada população, os hospitais podem preparar melhor suas estruturas para o atendimento de demandas que surgem.As operadoras de planos de saúde conseguem atuar não apenas em termos reativos, mas investindo em prevenção e promoção da saúde, o que melhora suas margens operacionais, inclusive no que diz respeito à avaliação dos pedidos.Uma instituição que não conta com os dados para fazer a comparação, tende a avaliar de forma mais morosa e superficial. Já as que atuam com decisões baseadas em dados, podem agilizar todo o processo, além de aumentarem o grau de eficiência. Ganham os pacientes, que podem ver suas expectativas serem atendidas mais rapidamente, os médicos que produzem diagnósticos mais precisos e as operadoras de planos de saúde, que conseguem reduzir seus custos, além de aumentar suas margens sem prejuízo à qualidade e a satisfação de seus usuários.O uso deste tipo de solução já está fazendo parte do trabalho de todos os profissionais da área, não apenas dos gestores, mas de médicos e corpo de apoio. Antes, quando era o caso, havia um departamento específico para lidar com tecnologia. Mas agora, esses sistemas são interligados e substituem os protocolos em papel e as planilhas desorganizadas. Ou seja, ao mesmo tempo em que facilitam as tarefas, as informações de interesse já são compiladas.Existem diversas outras aplicações da tecnologia no ramo da saúde. Vão desde a Realidade Aumentada até a Inteligência Artificial, que estão modificando o modo como os médicos são treinados e melhorando as metodologias de reabilitação, passando pelo uso de robótica e videoconferência em cirurgias e questões mais complexas, como os avanços na genética.

Quais são as ferramentas indispensáveis?

Para conseguir aproveitar todos esses benefícios, é necessário investir. Porém, não adianta simplesmente sair gastando dinheiro e comprando as tecnologias sem critério. É preciso fazê-lo de acordo com as necessidades e prezando pelo valor gerado por cada solução.Há diversas oportunidades que podem ser aproveitadas no que diz respeito à melhoria da promoção de saúde e para a racionalização dos gastos. Contudo, para tanto, é preciso buscar as ferramentas que realmente podem fazer a diferença.Em especial, aquelas que permitem a utilização dos prontuários eletrônicos e a digitalização das informações médicas. Elas são a porta de entrada para um sistema de tomada de decisão baseado em dados. Hoje, existem softwares capazes de armazenar e registrar todo o histórico médico de um paciente. Além disso, para gerenciar as questões administrativas, como suprimentos, finanças e recursos humanos.Uma vez esses sistemas estão implantados, é interessante buscar uma solução de Analytics, que viabilize a compilação e integração desses dados, transformando números isolados em informações relevantes na forma de gráficos e relatórios que facilitam o entendimento e, consequentemente, a análise do que deve ser feito.

Como a hCentrix pode ajudar?

A hCentrix é uma Health Tech focada em entregar informações para decisões com maior grau de confiabilidade. Nosso foco está em impulsionar à gestão de saúde populacional para o cenário da inteligência artificial, trazendo resultados rápidos sem prejuízo às rotinas de nossos clientes.Atuamos como um catalisador da transformação em diversas empresas do segmento, oferecendo soluções inovadoras e de alto impacto. Nosso sistema, o Assist-SDA é uma plataforma especialista que pode ser utilizada por operadoras de saúde na identificação dos riscos envolvidos em certos eventos relacionados a um indivíduo.Assim, é possível importar bases de dados completas, não apenas do paciente, mas de toda a operadora. Isso permite que as informações necessárias estejam disponíveis no momento da autorização de um procedimento, auxiliando no processo de auditoria médica. Além de escolhas melhores, há a redução dos custos e um direcionamento mais correto aos pacientes.Ao utilizar o sistema da hCentrix, sua instituição não somente ganhará poder de tomada de decisão, como migrará do modelo reativo, que é o mais comum no Brasil, em que as instituições são passivas na avaliação das demandas, e passará adotar uma forma mais proativa, conseguindo gerenciar seus usuários com excelência.Gostou de conhecer este assunto? Então, entre em contato conosco e saiba mais!

Autorização de cirurgia: o que eu preciso saber?

Um entendimento adequado do processo de autorização de cirurgia é extremamente importante para qualquer pessoa que esteja envolvida nesse tipo de situação, não apenas para que os profissionais de saúde saibam orientar apropriadamente os seus pacientes, como também para que todos recebam a conduta mais consonante com as possibilidades que o sistema oferece.Porém, muita gente desconhece os trâmites dessa etapa e pensa que a mera solicitação do procedimento em um receituário ou o preenchimento corretor de algumas guias do convênio seriam suficientes para ter êxito total nesse processo. Confira o conteúdo a seguir e descubra como evitar negativas do convênio.

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Afinal, o que é a autorização de cirurgia?

Antes de mais nada, é preciso e entender adequadamente o que é, afinal, a autorização de cirurgia. Como o próprio nome já diz, é uma permissão oficial do convênio ou do plano de saúde para que o paciente em questão possa se submeter ao procedimento médico proposto, com os custos de operação devidamente arcados pela empresa.É muito importante compreender que cada instituição tem uma rotina específica a ser seguida, assim como o seu próprio estatuto, no qual as regras podem variar de acordo com o que foi assinado pelo paciente no momento da contratação do serviço. Por isso, é imprescindível conhecer as principais cláusulas e os trâmites desse processo.

Como solicitar uma cirurgia eletiva ou de emergância?

Invariavelmente, o primeiro passo para conseguir a autorização de cirurgia é saber como solicitar o caráter do procedimento da maneira correta. Embora isso possa parecer uma etapa muito básica, não é raro vermos erros de preenchimento do próprio profissional ou de falta de conhecimento dos pacientes quanto a esse aspecto.A operação pode ser qualificada como eletiva, quando ela puder ser agendada com calma, sem que isso gere riscos para a saúde do paciente, se demorar alguns dias ou semanas. Ela também pode ser urgente, caso traga problemas se não for realizada em um período de aproximadamente 24 horas.Por fim, temos o caráter de autorização de emergência, cujo conceito envolve os quadros que demandam uma intervenção imediata, uma vez que a própria vida do beneficiário está em jogo. Trata-se de um ato médico que vai salvar a vida da pessoa e a discussão de quem paga a conta deve ser postergada para mais tarde.

Autorização de cirurgia é o mesmo que termo de responsabilidade?

Essa é uma confusão bastante comum, sobretudo entre os leigos na área de saúde. No entanto, na realidade, é preciso compreender que o processo de autorização de cirurgia não é o mesmo que termo de responsabilidade. As duas coisas até têm uma relação, mas são procedimentos completamente distintos.Enquanto a autorização de cirurgia, como dissemos, é um trâmite no qual o plano ou convênio deve autorizar o procedimento, o termo de responsabilidade é um documento assinado pelos pacientes no ato de intenção, no qual ele afirma estar ciente dos riscos envolvidos por estar se submetendo ao procedimento em questão, afastando a possibilidade de processos indevidos.

Quais cirurgias são cobertas pelos planos de saúde?

Essa é uma pergunta muito comum na área de saúde e a resposta não é nada simples, até porque cada plano e cada contrato tem, logicamente, coberturas distintas, de acordo com a empresa e as escolhas do paciente. Além disso, a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) tem uma lista enorme e que muda de acordo com as novas normatizações.É possível fazer o download dessa tabela, no site da ANS, o que é bastante útil para ter um embasamento jurídico no momento de encaminhar a documentação. Entretanto, vale lembrar que, com ou sem urgências e emergências, existem certos procedimentos que os convênios simplesmente não cobrem.Basicamente, são dois casos que se enquadram nesse tipo de situação. O primeiro são as cirurgias meramente estéticas, como uma lipoaspiração ou uma rinoplastia, por exemplo. A outra situação é em relação aos procedimentos experimentais, tratamentos ou intervenções que não têm a devida comprovação científica.

Qual a carência para a realização de uma cirurgia?

Os planos de saúde cobrem os mais variados grupos da população e isso causa, obviamente, algumas demandas e exigências para que eles possam ser sustentáveis. Uma delas, que gera muitas dúvidas, é o famoso período de carência, que é um tempo mínimo estipulado para que um procedimento possa ou não ser realizado.Cada caso demanda um período específico depois da assinatura do contrato. No caso de cirurgias, de uma maneira geral, é preciso aguardar 180 dias, como ocorre com as eletivas. No entanto, existem variações e exceções. Em convênios com obstetrícia, por exemplo, o prazo pode ser de 300 dias para não prematuros.

O que acontece em lesões preexistentes?

Em linhas gerais, quando uma pessoa contrata um plano de saúde, ela precisa passar por uma avaliação médica ou realizar o preenchimento de um formulário sobre o seu estado atual. Em ambos os casos, os contratantes devem informar se há ou não algum tipo de lesão, trauma ou doença preexistente.A legislação vigente parte do princípio de que todas as informações sejam verdadeiras e que os convênios devem até cobrir cirurgias relacionadas a quadros anteriores, mas que terão um prazo maior para isso. Para essas situações, existe um período de carência máxima, que é de 24 meses.

O que fazer em caso de autorização negada?

Se o processo de autorização de cirurgia for negado indevidamente, será necessário tomar algumas providências. É muito importante embasar essa situação do ponto de vista legal, até mesmo para futuros processos judiciais, e, por esse motivo, deve ser exigida a negativa de cobertura fundamentada e por escrito, seja por correspondência ou mensagem eletrônica.O beneficiário tem o direito de saber o motivo da negação, bem como que o convênio formalize a recusa de atendimento, em consonância com o que diz o Código de defesa do Consumidor e Agência Nacional de Saúde Suplementar.Como você pôde ver, conhecer o processo de autorização de cirurgia é fundamental para evitar problemas com os convênios e ter a devida cobertura que os planos oferecem na hora da assinatura de contrato.Gostou de conhecer melhor o processo de autorização de cirurgia? Então não deixe de seguir nossos perfis nas redes sociais, estamos no LinkedIn e Youtube!

Integração de dados: um diferencial para a área da saúde

O avanço das tecnologias está mudando a forma como as empresas de diversos mercados executam suas rotinas. Isso não é diferente no segmento médico-hospitalar. A integração de dados é uma dessas novidades e permite transformar as informações geradas e coletadas em um enorme volume de conhecimento gerencial.Neste post, você poderá entender melhor sobre a integração de dados na área da saúde e conhecer os impactos e oportunidades que ela pode gerar para sua instituição. Acompanhe e confira!

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Como funciona a integração de dados?

Esse é um processo que consiste na coleta e combinação estruturada de dados heterogêneos, que são gerados por diferentes fontes. Ela permite que diversos tipos de números, documentos, protocolos e códigos, obtidos de forma isolada ou em conjunto, sejam mesclados por usuários, organizações e aplicativos, para uso em análises que podem ter diferentes finalidades.A IBM, gigante global da tecnologia da informação, oferece uma excelente definição para a integração de dados. Segundo a empresa, ela é “a combinação de processos técnicos e comerciais usados ​​para correlacionar dados de fontes diferentes em informações significativas e valiosas”.Sendo assim, não se trata apenas de mover os materiais de um lugar para outro ou colocar várias referências em um único repositório, mas de torná-los mais abrangentes e utilizáveis, na medida em que são interligados.A integração de dados, geralmente, é implantada em Data Warehouses (DW) por meio de um software especializado que hospeda grandes repositórios capazes de absorver e gerenciar recursos internos e externos. Os dados são extraídos, amalgamados e apresentados como uma forma unificada.Por exemplo, o conjunto de dados completo de um usuário pode incluir informações obtidas de marketing, vendas e operações, que são combinadas para formar um relatório completo. Isso, por sua vez, transmite, de um modo mais inteligível, conteúdos sobre o comportamento dos clientes e colabora para melhorar a tomada de decisão.Dentre as tecnologias utilizadas para a integração destacam-se as chamadas APIs (Application Programming Interface), que são especificações de códigos-fontes que servem para estabelecer a comunicação entre componentes de diferentes softwares. Outro conceito importante é o de SOA (Service Oriented Architecture), que consiste em uma metodologia utilizada para estabelecer a arquitetura de associação dos diversos elementos dos sistemas e aplicativos que serão interligados.

Na área da saúde

Essas tecnologias também estão presentes na área médica. Com os novos padrões adotados pelos sistemas de saúde, é possível facilitar a troca eletrônica de informações, pois eles podem diminuir o custo e a complexidade de construir interfaces entre diferentes programas.Sistemas verdadeiramente integrados devem ser facilmente compreendidos pelos usuários, ou seja, devem permitir a troca de dados e, posteriormente, a sua apresentação por meio de uma interface abrangente e amigável.Assim, é preciso tomar cuidados adicionais em relação à segurança e a integridade dos dados, visto que há diversas regulamentações no sentido da proteção e da confidencialidade do paciente. Por isso, é necessário assegurar a qualidade de serviço do sistema.Essas informações também podem ser utilizadas de diversos modos. A evolução das tecnologias de integração de dados está permitindo atuar em outro nível no que diz respeito ao mapeamento genético, criação de novas drogas e no sistema de doação e receptação de órgãos.Além disso, tem papel crítico no estudo de características populacionais, que permite melhorar a prevenção e a saúde preditiva. Desse modo, isso pode ajudar a salvar vidas, dando subsídios que ajudam a tomar decisões mais eficientes.Ademais, quando os dados relativos a um paciente em atendimento de emergência são compartilhados com o pronto-socorro e provedor de serviços de saúde do paciente, isso pode garantir que o hospital receptor esteja adequadamente preparado para prestar cuidados em tempo hábil.As próprias operadoras de planos de saúde também ganham muito nesse cenário. Com o conjunto de dados de seus usuários, é possível determinar melhor os próximos investimentos e as principais demandas que precisam ser supridas, pois permite conhecer, de maneira mais aprofundada, os pontos fortes e as deficiências em termos de especialidades atendidas.

Quais são as tecnologias disponíveis?

Tipicamente, a integração de dados passa pelo uso de ferramentas de Big Data e Analytics. O primeiro se refere justamente aos grandes e diversos conjuntos de informações que crescem a taxas cada vez maiores. Dessa maneira, engloba o volume de dados e a velocidade na qual esses números são criados e coletados, bem como a variedade e o escopo dos pontos que estão sendo cobertos.Enquanto o Analytics é um sistema que se acopla ao Big Data, permitindo o estudo de dados históricos do passado para pesquisar tendências em potencial, analisar os efeitos de determinadas decisões ou eventos, além de avaliar o desempenho de processos e operações dentro de cenários. O objetivo da análise é melhorar o negócio obtendo conhecimento que pode ser usado para fazer melhorias ou mudanças.

Principais áreas de atuação na saúde

Essas ferramentas complementares têm alterado a dinâmica de praticamente todos os segmentos. Na área da saúde, elas podem ser utilizadas para mapear a eficiência de tratamentos e medicamentos que foram realizados em determinadas populações.Além disso, são úteis para classificar os dados laboratoriais, permitindo adotar certo grau de padronização em nomes de testes, observações, painéis e avaliações. Assim como unificam formulários e informações de pacientes, facilitando o compartilhamento dos históricos e, consequentemente, aumentando a capacidade de prover melhores cuidados.Ainda integram documentos eletrônicos financeiros e administrativos para facilitar a mensuração de KPIs de interesse. Afinal, existem soluções que permitem processar dados antigos de operadoras de saúde, acrescentando inteligência e oferecendo subsídios para os médicos na medida em que cada exame, uma ressonância ou cirurgia é solicitado, simplificando o processo de aprovação.Além do mais, esses algoritmos permitem uma classificação mais eficiente de cada paciente. Quando há um novo pedido, é possível saber em tempo real se é um usuário muito frequente ou até mesmo se apresenta risco ou custos elevados. Imediatamente, a operadora pode ser informada e todo o processo pode ser avaliado mais rapidamente.A hCentrix. é uma Health Tech especializada na entrega de informações, em tempo real, que permitem que as decisões sejam tomadas de forma mais rápida e confiável. Nossos sistemas são baseados em Inteligência Artificial, permitindo a antecipação da análise do risco de usuários registrados de forma ágil.São mais de 20 anos de experiência e soluções que trazem mais de 450 algoritmos para a investigação. Nossas tecnologias são utilizadas para beneficiar tanto as operadoras, quanto seus clientes.

Quais os desafios e oportunidades?

Essas tecnologias não param de evoluir, portanto, as possibilidades são enormes. Já é possível, por exemplo, projetar qual será a situação de saúde de um usuário de um plano no futuro e, assim, planejar todos os cuidados que ele precisará.No entanto, é muito importante contar com parceiros que realmente atendam às suas necessidades, cujas soluções apresentem custo-benefício interessante. Quando tudo ocorre de acordo com o planejamento, esses sistemas, por mais que utilizem recursos computacionais, permitem que o atendimento em si seja mais humanizado. Isso porque eles viabilizam o cuidado mais individualizado, tendo em vista que dão o suporte para conhecer melhor cada paciente.Como visto, a integração de dados na área da saúde é, sem dúvidas, uma prática extremamente benéfica para as instituições atuantes no setor.Entre em contato conosco e saiba mais!

Qual o impacto da nova Lei Geral de Proteção de dados na saúde?

Quando se fala em proteção de dados, saúde é uma das primeiras áreas em destaque. Esse enfoque não é por acaso: qualquer conduta médica é baseada em classificações e estadiamentos, que são, por sua vez, levantados a partir de informações coletadas do paciente.As demandas atuais em relação à segurança de dados — seja ela alheia ou intrínseca à medicina —, no entanto, trazem novos cenários. Um exemplo recente e a nível nacional se refere à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). Tendo como principal objetivo a proteção das informações dos brasileiros, ela afeta direta ou indiretamente a área da saúde. Mas quais serão essas mudanças na prática, afinal?Para responder a essa e outras perguntas, abordaremos a seguir as principais interfaces entre a LGPD e a medicina. Após a leitura, você conhecerá a relevância dessa regulamentação e seus impactos práticos na gestão da saúde. Continue lendo para saber mais.

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O que é a Lei Geral de Proteção de Dados?

Sancionada em agosto de 2018, a Lei nº 13.709 é conhecida como LGPD. Para compreendermos as motivações que desembocaram em sua sanção, contudo, temos que voltar a alguns anos atrás — especificamente, 2014.Nessa época, surgiu um aplicativo no Facebook chamado “thisisyourdigitallife”. Ele pagou a centenas de milhares de usuários pequenas quantias financeiras em troca de informações pessoais, fornecendo um teste de personalidade. Mais tarde, foi descoberto que essas informações foram vendidas a terceiros e utilizadas em campanhas políticas. O caso foi conhecido como o escândalo da Cambridge Analytica, empresa que comprou os dados.Diante desse cenário, o que levou o tema ao debate legislativo foi o fato de que não havia uma irregularidade explícita no ato. Os termos e condições do Facebook proibiam a venda de dados coletados na rede social, mas essa proibição não atingia os aplicativos. Daí, surgiu a necessidade de uma regulação estatal do fornecimento de dados pessoais; no Brasil, o resultado foi a LGPD.O objetivo da lei é regular o tratamento de dados pessoais, protegendo as informações dos cidadãos. Ela determina as condições para esse tratamento e explicita o que pode e o que não pode ser feito. Embora o caso da Cambridge Analytica pareça distante da medicina, você perceberá que a lei também afeta a assistência à saúde.

Como a LGPD impacta a saúde?

Quem trabalha com saúde sabe que a proteção de dados não é uma novidade na área. Um médico nunca pôde divulgar ou vender informações de pacientes sem o pleno consentimento destes, exceto em casos muito específicos.Essas regulamentações estão descritas tanto no Código de Ética Médica quanto em leis especiais: o exemplo mais impactante é a Resolução nº 1.821/2007, que regula a guarda de prontuários por parte de empresas e consultórios.Todavia, faltava uma regulação específica para empreendimentos que não cumpriam com o sigilo dos dados dos pacientes. Essas informações ficavam sob domínio da própria empresa, que estabelecia termos de uso individuais para a adesão das pessoas.A LGPD traz como novidade a regulação dos chamados Dados Pessoais Sensíveis, na seção II. Segundo a Lei nº 13.709/2008, informações referentes à saúde entram nessa categoria. Dados como informações da anamnese, resultados de exames, informações genéticas ou biométricas — todos eles são regulados pela LGPD.A Lei prevê que esses dados só podem ser tratados — ou seja, coletados, incluídos em pesquisas ou armazenados — com a expressa autorização do paciente. Este também tem, além disso, direito de saber quais dados são armazenados pela empresa. O Termo de Consentimento Livre e Esclarecido, que antes era restrito a procedimentos, deverá ser aplicado em outras situações.A LGPD também define situações específicas para a área da saúde em que o tratamento pode ser realizado sem o consentimento do titular. Encaixam-se nesse perfil:

  • a proteção da vida do titular ou de terceiros;
  • estudos por órgãos de pesquisa, desde que garantido o anonimato;
  • cumprimento de obrigações legais; entre outros.

Quais são as punições previstas no descumprimento da LGPD?

Caso a empresa não cumpra as determinações da lei, ela está sujeita a penalidades administrativas ou financeiras. A princípio, ela envolve a proibição parcial ou total das atividades relacionadas ao tratamento de dados. Além disso, processos estatísticos podem ser interrompidos ou cancelados devido a essa sanção.A multa do descumprimento pode chegar a até 2% do faturamento da empresa, ou um conglomerado de R$50 milhões. É importante salientar que essa penalidade é calculada por dado vazado, podendo ser amplificada em casos mais abrangentes.Há ainda a possibilidade da aplicação de multas diárias para desestimular a continuidade das ações de tratamento de dados. A gestão de custos do negócio, portanto, também pode ficar prejudicada com as más práticas.

Como se preparar para as conformidades?

Dada a possibilidade das penalidades previstas, as empresas de saúde já devem começar a se preocupar com a adequação à LGPD. Para isso, é necessário compreender quais atividades realizadas são categorizadas como tratamento de Dados Sensíveis. A partir daí, a instituição consegue saber onde deve aplicar maiores esforços para cumprir a lei.As medidas principais de adequação passam pela conscientização de pacientes e médicos. Como a lei explicita, os pacientes têm direito de saber quais informações são armazenadas pela empresa, e em qual local. Por isso, medidas informativas a esse público auxiliam a cumprir tal determinação.Para médicos, as medidas educativas visam que eles tomem ainda mais cuidado com o tratamento de dados dos pacientes. É importante deixar claro o que pode e o que não pode ser feito. Afinal, a culpa por um possível descumprimento legal pode cair nas costas de toda a empresa.Por fim, a adequação de protocolos específicos para a LGPD auxilia na documentação da lei. Caso algum tratamento de dados seja necessário, por exemplo, é necessário que haja uma determinação rígida para a coleta do Termo de Consentimento. Este deve, além disso, estar inequívoco e não levantar ambiguidades.A Lei Geral de Proteção de Dados é um dos maiores esforços para a garantia do sigilo das informações. Na medicina, embora já haja regulações prévias, o texto traz novidades e amplia a necessidade do consentimento explícito do paciente. Afinal, quando se trata de proteção de dados, saúde é uma das principais afetadas.Se você gostou de saber mais sobre o assunto, por que não ajuda a disseminar o conhecimento a outros profissionais da área? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

Machine learning na saúde: veja o que está sendo aplicado e inove!

O dia a dia das pessoas vem sendo impactado, de alguma maneira, pela grande evolução que a tecnologia obteve nas últimas décadas. O que você talvez não saiba é que a inteligência artificial e o machine learning na saúde prometem mudar a forma com que a sociedade cuida do seu próprio bem-estar.Muitos estabelecimentos, instituições e, até mesmo, profissionais estão mudando suas práticas de acordo com esse conceito, oferecendo diagnósticos, condutas e tratamentos muito mais eficientes, sobretudo do ponto de vista epidemiológico.Confira o conteúdo abaixo e aprenda um pouco mais sobre esse tema tão interessante!

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Qual a relação entre medicina e tecnologia?

Não deveria ser novidade para ninguém que a medicina e a tecnologia caminham juntas, historicamente, em prol da humanidade, principalmente pela busca constante de novas opções para elevar os níveis de bem-estar e de formas de aumentar as chances de uma melhor qualidade de vida para as populações de todo o planeta.Não são apenas os médicos e cientistas que dedicam suas vidas para isso, mas também instituições, universidades, laboratórios e demais estabelecimentos e profissionais da área. Com o desenvolvimento de técnicas mais precisas de análise de dados e do aprendizado de máquinas por inteligência artificial, o futuro parece muito promissor nesse quesito.

Mas afinal, o que é o Machine Learning?

Diante dessa realidade, o machine learning surge como um elemento que promete ser preponderante na área e que vem convertendo em realidade aquilo que antes parecia apenas um sonho ou coisa de filmes de ficção científica. Os termos, traduzidos do inglês, significam algo como o “aprendizado da máquina”.Trata-se de uma vertente da inteligência artificial, que se vale de um método que une a análise de dados e a construção de modelos analíticos. Isso é baseado na ideia de que os sistemas, computadores e seus softwares podem aprender com as informações que recebem, identificando padrões e até mesmo tomando decisões, com base nos modelos criados.No entanto, isso não acontece de qualquer forma. Tudo depende de um processo interativo entre o homem e a máquina. O aprendizado é conduzido por analistas de dados que, a partir dos resultados obtidos, criam ou aperfeiçoam novos algoritmos a fim de melhorar o seu desempenho.Vale ressaltar que, em função das novas tecnologias computacionais, o machine learning de hoje não é como o de alguns anos atrás. O Big Data, que é justamente a incrível quantidade de informações armazenadas por conta dos novos sistemas de processamento e de armazenamento, elevou consideravelmente as possibilidades nessa área.As máquinas de hoje podem aprender com as computações anteriores e produzir disposições e resultados confiáveis, passíveis de repetição. O repertório de respostas que os médicos e cientistas podem encontrar nos softwares e equipamentos alcançam um modelo de eficiência muito maior do que qualquer ser humano seria capaz de fazer.

Qual a verdadeira importância do machine learning?

O grande interesse que o aprendizado das máquinas vem despertando, assim como a mineração de dados do big data, ocorre pelos mais variados motivos. Um deles, definitivamente, é que o número crescente do volume e da variedade de informações disponíveis — em conjunto com a enorme capacidade de processamento que a nuvem trouxe — abre um mar de possibilidades para adotar ações mais assertivas.Além disso, com a evolução da tecnologia, o processamento computacional tende a ficar mais barato e poderoso. Desse modo, é aberta a chance de produzir, de forma mais rápida e automática, modelos capazes de analisar elementos maiores e mais complexos. Como consequência, são gerados resultados que possibilitam descobrir oportunidades e evitar riscos desconhecidos.

Como o machine learning funciona na prática?

Trazendo o machine learning para um cenário mais prático, imagine a seguinte situação: uma operadora de planos de saúde percebe que uma determinada instituição tem feito despesas muito elevadas e fora da curva com um determinado tipo de patologia, que não parece ser endêmica na sua área de atuação.Um software específico pode minerar os registros de dados que o hospital, os consultórios ou mesmo cada profissional emitiu sobre seus pacientes. A partir das informações selecionadas, é possível encontrar inconsistências ou criar campanhas e ações preventivas voltadas para um determinado grupo de usuários.

O que esperar do futuro do machine learning na saúde?

Sabendo o seu significado e entendendo a sua relação com o setor da saúde. Conheça, a seguir, as principais expectativas que cientistas e demais profissionais da área têm com essa união!

Maior integração dentro do SUS

Essa ferramenta abre uma série de possibilidades muito interessantes para o Sistema de Saúde do Brasil. Como sabemos, o SUS enfrenta, historicamente, muitas dificuldades para o seu funcionamento, seja por conta das condições precárias, que parte da nossa população é submetida, pela má gestão ou mesmo em função de desvios de verba.Da perspectiva assistencial, o machine learning pode ajudar o médico a ser mais eficiente, com a mineração e a interpretação de informações que possam melhorar a jornada do paciente. Outra questão é a análise de dados clínicos no país, que promete direcionar melhor os recursos disponíveis, gerando até mesmo uma redução de custos.

Precisão no resultado de exames

A tecnologia também promete trazer maior precisão aos exames e, em vários países, muitos pesquisadores e cientistas já estão desenvolvendo algoritmos específicos para isso.Essas ferramentas utilizam os bancos de dados disponíveis para encontrar e identificar possíveis alterações potencialmente patológicas. A ideia é que os programas possam aprender com o maior recebimento de subsídios e elementos, mesmo sem a interação humana, fazendo com que eles possam reconhecer padrões.

Associação de dados diagnósticos

Por fim, outra possibilidade muito interessante da integração entre o machine learning e o big data é a associação de dados para diagnósticos. Isso quer dizer que as máquinas e ferramentas que podem aprender e se desenvolver, mesmo sem a influência de um ser humano, para usar o banco de informações disponíveis, fazendo diversas interpretações.Dessa forma, quando um médico digitar um prontuário nos Estados Unidos, por exemplo, ele estará atualizando o banco de dados em tempo real. Assim, essas informações ficarão disponíveis para outros profissionais ao redor do mundo, o que permite identificar padrões, conhecer condutas, debater tratamentos e muito mais!Como você pôde ver ao longo desse conteúdo, o machine learning na saúde abre possibilidades incríveis e promete fazer com que as pessoas tenham ainda mais qualidade de vida e possam desfrutar de um organismo funcional e saudável por muito mais tempo!Gostou de aprender sobre o assunto? Quer ver mais conteúdos como este? Então não perca mais tempo e assine a nossa newsletter!

Aplicativos para médicos: 8 opções para facilitar o trabalho desse profissional

Não é novidade para ninguém que a tecnologia vem impactando a rotina da grande maioria das pessoas, alterando, não apenas a forma pela qual a sociedade encara suas atividades diárias, como também a própria vida profissional. Sendo assim, conhecer os principais aplicativos para médicos pode ser extremamente vantajoso.Atuar na área de saúde é sempre um desafio, sobretudo em um país que sofre com diversos problemas socioeconômicos como o Brasil. Diante dessa realidade, é imprescindível conhecer as melhores opções para facilitar o trabalho desse profissional. Leia o conteúdo abaixo e veja quais são elas!

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1. MedScape

Não dá para falar sobre os principais aplicativos para médicos sem citar o MedScape, que é um dos mais famosos apps do gênero em todo o planeta. Apesar de ser gratuito, ele é um recurso bastante completo de suporte à prática clínica, disponibilizando informações detalhadas e atualizadas sobre diversos temas relevantes.Entre eles, estão dados sobre doenças, protocolos de atendimento, medicamentos e exames complementares, além de artigos atualizados constantemente. No site em português, é possível acessar uma enormidade de conteúdos, que vão desde dosagens das medicações até novidades de regulação dos órgãos oficiais, por exemplo.

2. Pega Plantão

O Pega Plantão é, sem sombra de dúvidas, um dos principais aplicativos para médicos do momento e tem feito bastante sucesso com os profissionais da área de saúde. Boa parte do seu êxito se deve às suas principais funcionalidades, que inclui um excelente controle de escalas, que é um dos grandes desafios de muitos serviços.Entretanto, isso não é tudo, e existem mais recursos bastante interessantes! Para os gestores, por exemplo, é possível gerar relatórios de produtividade com apenas um clique, acabando com o desperdício de tempo para lançar dados em planilhas. Também é possível atualizar as escalas em tempo real, deixando essa informação disponível para todos.

3. CID-10 Pro

O código CID, sigla para Classificação Internacional de Doenças, foi criado para padronizar a comunicação de dados e estudos de epidemiologia de doenças entre a população do mundo todo. No entanto, em função de sua quantidade enorme de números e patologias abordadas, é impossível memorizá-lo por completo.Por esse motivo, foi criado o prático CID-10 Pro, que é um app que ajuda a fazer buscas, em questão de segundos, facilitando o dia a dia de qualquer médico. Ele tem uma versão em português e o sistema ainda conta com uma funcionalidade que permite que os profissionais marquem os códigos CID que mais utilizam em uma lista de favoritos.

4. Whitebook

O Whitebook é um dos aplicativos favoritos dos médicos brasileiros e ajuda bastante na prática clínica. Oferece uma biblioteca bastante impressionante e completa, que inclui elementos relevantes nas áreas de Clínica, Endocrinologia, Pediatria, Infectologia, Cardiologia, Radiologia, Ginecologia, Dermatologia, Oftalmologia, Cirurgia Geral e muito mais.A versão gratuita tem informações limitadas e, para ter acesso a tudo, você terá alguns custos, que são bastante discretos diante de todos os benefícios que o app apresenta. Somente em nosso país, já são mais de 100 mil usuários cadastrados. O banco de dados é offline e pode ser baixado nos mais diversos tipos de smartphones.

5. Evernote

Embora o Evernote não seja propriamente um aplicativo da área de saúde, ele caiu no gosto dos médicos, que podem aproveitar as suas funcionalidades para otimizar a sua complexa rotina de trabalho. O app ajuda na organização, permitindo a programação da agenda de consultas e, até mesmo, guarda informações dos pacientes para as próximas visitas.Diante dessa realidade, não é surpresa nenhuma que ele sirva como uma luva para as necessidades cotidianas desses profissionais. Você poderá organizar notas, montar apresentações, salvar imagens, elaborar fluxogramas e muitas outras coisas da maneira que bem desejar, inclusive usando o programa em modo offline.

6. Figure 1

O Figure 1 é um aplicativo muito interessante e promete revolucionar a maneira pela qual os profissionais de saúde se comunicam ao redor do planeta. Com uma versão toda em português, o app permite que qualquer informação médica possa ser compartilhada com outros profissionais em tempo real, em mais de 190 países.Você poderá, por exemplo, mandar fotografias de pacientes ou de exames para a equipe da plataforma, que selecionará os casos, sempre mantendo o sigilo das informações preservado, disponibilizando o quadro para que os outros milhões de usuários possam opinar e discutir cada situação, como em um grande fórum mundial!

7. World Health Organization (WHO)

O World Health Organization, também conhecido pela sigla WHO, é um aplicativo da Organização Mundial da Saúde (OMS). Trata-se de uma ferramenta bastante interessante, que permite que os médicos sigam se atualizando sobre temas relevantes sobre a sua área, que incluem saúde pública, pandemias e surgimento de novas patologias pelo mundo.Um bom exemplo se deu com os recentes casos do Zika vírus, que assolou e trouxe sérios problemas para muitos países de clima predominantemente tropical, como o Brasil. O app também trata sobre as medicações utilizadas para muitos casos e relembra as pesquisas que estão disponíveis, embora muitas delas estejam apenas em inglês.

8. Genéricos BR

A lei dos genéricos vem mudando a forma pela qual muitas pessoas podem ter acesso às medicações e, por isso mesmo, o Genéricos BR se tornou um dos principais aplicativos médicos do Brasil. Em função do imenso número de fabricantes e de remédios distintos, até o mais experiente dos profissionais pode acabar se confundindo.O app promete agilizar a vida e a rotina, listando todas as opções disponíveis, com uma funcionalidade que permite a pesquisa por princípio ativo ou pelo medicamento de referência. É possível, ainda, analisar as bulas de mais de cem medicações, consultar o bulário da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a lista de produtores.Como você pôde ver, esses principais aplicativos para médicos prometem facilitar a vida de qualquer profissional, tornando a sua rotina um pouco mais simples e conferindo mais tranquilidade em estabelecimentos de saúde, sejam eles hospitais, clínicas ou consultórios particulares.Gostou de conhecer os principais aplicativos para médicos? Quer receber outros conteúdos como esse inteiramente grátis? Então não perca mais tempo e assine a nossa newsletter!

Saúde 4.0: entenda TUDO sobre a transformação no segmento!

As mudanças demográficas e socioeconômicas têm apresentado vários desafios para o setor de saúde, impondo a necessidade de mudanças de várias práticas. O envelhecimento da população, assim como o surgimento de novos tratamentos caros, tem aumentado os custos dos serviços — que precisam começar pensar em medidas para melhorar a eficiência das suas ações.Chamamos esse fenômeno de Saúde 4.0, que engloba todas as soluções que utilizam análises de dados, automação e Inteligência Artificial para melhorar os processos de gestão e de cuidado.Um de seus objetivos é aproveitar todos os dados dos pacientes para extrair informações populacionais a fim de personalizar o cuidado e, assim, aumentar a sua eficiência sem incrementar os custos. Quer saber mais sobre o tema? Então acompanhe este post!

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Qual é o papel da tecnologia nesta transformação?

Enquanto as evoluções anteriores da tecnologia em saúde focaram no desenvolvimento de novos equipamentos e fármacos, a 4.0 percebeu que uma ação muito mais simples pode ser executado com excelentes resultados. A seguir, confira algumas de suas contribuições!

Telemedicina

A telemedicina facilita a comunicação entre os profissionais da saúde. Em sistemas computadorizados, testes, laudos e prontuários podem ser compartilhados rapidamente, sem a necessidade de uma entrega física ou de impressão em papel. Por exemplo, uma clínica de imagem não precisará manter um médico in loco para laudar os exames. Ela pode enviar a imagem pela Internet para o profissional analisá-la e enviar seu parecer.Isso também facilita o acesso aos procedimentos, pois centros distantes de grandes cidades têm dificuldade em manter médicos em sua equipe. Com a telemedicina, tudo é feito à distância. Nos hospitais, isso reduz o tempo para o diagnóstico, visto que, o exame é compartilhado nos sistemas de prontuário eletrônico logo após ser realizado.

Automatização de processos

A automação de processos tem trazido muito mais agilidade e exatidão para o setor de saúde — especialmente na medicina diagnóstica. Antigamente, os exames eram executados manualmente, um a um. O patologista clínico tinha que fazer o processamento de amostras, executar os processos reagentes, calibrar as máquinas, calcular e lançar os resultados.No entanto, hoje em dia, a maioria dos equipamentos faz tudo isso automaticamente sem praticamente nenhuma intervenção humana. O profissional só precisa inserir as amostras e todas essas etapas são executadas. No entanto, o patologista ainda é imprescindível, pois analisa cada resultado e compara com o contexto clínico do paciente. A grande vantagem é que os dados também podem ser compartilhados via telemedicina.

Inteligência Artificial

A Inteligência Artificial talvez traga a maior revolução para a área da saúde nos próximos anos. No entanto, essa mudança não virá da cirurgia robótica, nem dos grandes equipamentos da área de diagnósticos. Será uma ação muito mais simples: a medicina populacional.Atualmente, já temos sistemas de Big Data — softwares capazes de analisar gigabytes de dados em alguns segundos. Assim, um serviço de saúde consegue obter informações sobre os indicadores de saúde de cada população para prever a possibilidade do surgimento de doenças, tomando medidas preventivas antes que eventos adversos ocorram.Por exemplo, sabe-se que um paciente diabético sem tratamento adequado pode evoluir o seu quadro para doenças graves, como infarto agudo do miocárdio, doença arterial periférica, edema macular etc. Por isso, precisam de um acompanhamento médico com exames laboratoriais muito mais frequentes.Com o Big Data, é possível listar todos os pacientes sem atualização dos exames, que não estão se consultando com profissionais do serviço, além de calcular a probabilidade de eventos adversos. Então, os gestores podem pensar em medidas para atrair esses indivíduos e cuidar dos fatores de adoecimento.A Inteligência Artificial leva o Big Data para um patamar muito mais elevado. Esse software analisará todos os dados em tempo real, como:

  • resultados de exame;
  • internações;
  • palavras-chave em prontuários eletrônicos;
  • medicações em uso etc.

Assim, a todo o instante o gestor poderá tomar decisões mais precisas sobre a alocação de recursos, prevenção de doenças, oferta de serviços, efetividade de tratamentos, utilidade de exames, entre outros.Isso pode ter um impacto significativo na redução de custos na saúde. Grande parte deles está relacionada à indicação inadequada de ferramentas diagnósticas. Por exemplo, uma tomografia computadorizada de crânio para um paciente com cefaleia sem nenhum fator de risco.Com um sistema adequado, todo exame deverá ser autorizado por um médico auditor que, munido com a Inteligência Artificial, poderá conhecer os riscos do paciente antes de tomar sua decisão.

Quais são os benefícios da saúde 4.0 para o paciente?

Como visto, a implementação dos avanços tecnológicos na chamada saúde 4.0 tem tudo para melhorar a qualidade do serviço de seus usuários. Confira, a seguir, como isso pode ser realizado!

Agilidade nos processos clínicos

Em vez de enfrentar um processo burocrático para o diagnóstico de sua condição, o paciente não precisará mais se submeter a exames desnecessários, como as idas e vindas aos laboratórios, para buscar os resultados. Todas as decisões serão otimizadas com base nas evidências clínicas da boa prática médica e a documentação será compartilhada digitalmente.

Precisão nos resultados

Grande parte dos diagnósticos incorretos na medicina são gerados pela indicação inadequada de exames, que são solicitados sem uma noção clínica baseada nos sinais, sintomas do paciente ou dados epidemiológicos.Ou seja, o grande vilão da história não é o erro analítico, mas a caneta do médico. A saúde 4.0 traz as ferramentas certas para que o gestor de saúde avalie se um exame ou um procedimento estão bem indicados com base nos critérios de saúde populacional.

Menor custo

Como os exames e procedimentos desnecessários são as principais causas de desperdício de recursos nessa área, melhorar os processos de indicação deles significa diminuir a onerosidade do sistema. Consequentemente, reduz-se a necessidade de aumentar a mensalidade de planos de saúde.

Segurança na tomada de decisões

O profissional terá agora o auxílio da tecnologia para tomar melhores decisões, isto é, priorizando ações com um alto impacto populacional, personalizando o cuidado e evitando condutas desnecessárias. Além disso, os gestores poderão redirecionar os recursos para ações que realmente têm impacto sobre os indicadores e condicionantes de saúde.

Como se preparar para a tendência?

Para se preparar para a saúde 4.0, o seu negócio precisa iniciar a implementação de tecnologia de ponta o quanto antes. Assim, é possível treinar os funcionários e adaptar os processos antes que os seus concorrentes já o tenham feito.Para isso, você precisa contar com o parceiro certo, que, além de oferecer a solução tecnológica, presta toda a consultoria para o seu sucesso com ações de capacitação e adaptação aos processos trazidos pela ferramenta.A hCentrix oferece todo o suporte para que seus clientes tenham uma solução que alia o Big Data à Inteligência Artificial, com o objetivo de gerar diagnósticos de saúde populacional. A nossa solução conta com todas as ferramentas importantes para o fornecimento de relatórios completos, a gestão de dados e a tomada de decisões baseadas em dados.Afinal, saúde 4.0 não quer dizer que seus pacientes receberão um atendimento robotizado, mas que as suas necessidades serão identificadas de maneira mais precisa, por meio do uso de softwares específicos. Ou seja, essa tendência aplica, na tecnologia, o nosso lema: “temos uma atitude simples: simplicitude“.Quer saber mais sobre as novidades da inovação em saúde? Então, leia também sobre as principais tendências desse mercado!

Transformação digital na saúde: o que está disponível para gestores?

Aprender um pouco mais sobre a transformação digital na saúde é muito importante para que qualquer pessoa entenda melhor as ferramentas e alternativas que estão proporcionando melhores chances de sucesso nas condutas propostas nessa área, especialmente se você é um profissional ou um gestor que atua nesse segmento.O fato é que, por meio de soluções modernas e automatizadas, é possível administrar melhor as instituições do setor, como clínicas, hospitais e consultórios ou, até mesmo, operadoras de planos e ações públicas de prevenção.Tem interesse em entender mais sobre a transformação que está ocorrendo na saúde por conta do desenvolvimento digital? Então confira o conteúdo a seguir e aprenda mais sobre esse tema.

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Como a transformação digital impacta o setor?

Independentemente da área profissional de uma pessoa, sua vida e sua rotina acabam sendo impactadas, de uma maneira ou de outra, pela transformação digital que a nossa sociedade está sendo imposta nas últimas décadas. Isso é perceptível nos carros e eletrodomésticos que usamos, nos hábitos e, sobretudo, pela presença da internet.No segmento da saúde, a coisa não muda muito de figura. Os próprios pacientes já usam a web e os buscadores para procurar sobre seus sintomas, enquanto os profissionais também se valem de aplicativos sobre dosagens de medicações e diagnósticos. Dessa forma, as operadoras e os planos, naturalmente, também precisam se adaptar.

Por que ficar atento ao uso da tecnologia?

A tecnologia vem aprimorando a eficiência de muitas atividades, como setores contábeis, jurídicos, administrativos ou de marketing. Sendo assim, não dá mais para fechar os olhos diante do que parece ser uma intensa e implacável transformação digital na saúde, sob o risco de acabar desatualizado sobre as novas práticas do setor.Se os robôs cirúrgicos e os softwares independentes de diagnóstico parecem ainda coisas do futuro ou restritas aos maiores centros econômicos do planeta, a análise de dados de big data e o cruzamento de informações epidemiológicas ou financeiras já começam a fazer parte da rotina de qualquer empresa ou instituição que atue no segmento.

Qual o perfil ideal para essa transformação?

Não é difícil perceber que esse cenário é complexo e, para ser compreendido adequadamente como um todo, demanda um perfil específico de gestores, que devem ter algumas características peculiares para implantar essa ideia no lugar onde trabalham. Confira, a seguir, como deve ser esse líder.

Flexível e adaptável

Um gestor que queira atingir todo o potencial da transformação digital na saúde precisa ser flexível e adaptável. Isso não quer dizer que ele deva ser, obrigatoriamente, um especialista em cada nova tecnologia que surge/emerge/está disponível, mas sim que saiba entender e trabalhar com todo o potencial que essa realidade tem para beneficiar a sua organização.É fundamental que os líderes sejam também proativos, até mesmo para responder rapidamente à evolução das necessidades das operadoras, adaptando o modelo de negócio em prol dos beneficiários, que estão cada vez mais informados e exigentes.

Decisivo e diligente

Um bom gestor deve ser também um bom tomador de decisões, pois eles precisam estar aptos a implantar as soluções e novas ideias que possam elevar o desempenho da empresa, minimizar as chances de erros e, até mesmo, desafiar o negócio a atingir um patamar superior ao que estava anteriormente.É preciso reconhecer que os membros da equipe têm o seu próprio espaço, respeitando os limites pessoais de cada um, mas também trabalhar fortemente no sentido de estimular a produtividade e de suprir às expectativas dos beneficiários, que são quem, em última instância, sustentam a instituição.

Aberto a novas ideias

A transformação digital na saúde pede uma verdadeira reinvenção do modelo de negócios das operadoras, dos seus processos e dos seus métodos tradicionais de trabalho. Por isso, é preciso estar aberto a novas ideias, que precisarão cimentar o planejamento detalhado das mudanças e das implementações necessárias.Cabe a cada líder estar atento e trazer essa revolução na área, entendendo como a tecnologia pode proporcionar mudanças positivas para esse ramo tão importante. Para isso, é preciso sinalizar os pontos a melhorar e, da mesma forma, ser receptivo para observar os apontamentos de sua equipe e dos usuários como um todo.

Quais as vantagens da transformação digital na saúde?

Depois de ver a importância da transformação digital na saúde e conhecer as principais características que um gestor da área deve ter para sustentar as necessidades do negócio com eficiência, chegou a hora de entender o que essas tecnologias têm a oferecer às instituições de medicina.Veja, a seguir, os principais benefícios da atuação da transformação digital nos sistemas de saúde!

Autorização mais rápida de exames

Uma das vantagens da transformação digital na saúde é que ela possibilita uma autorização mais rápida de exames. Com a adoção de um bom sistema de gestão, por exemplo, é possível automatizar muitas atividades de análise de informações como perfil de saúde de um paciente ou perfil de um prestador, o que acabará por refletir em processos mais velozes e com menos chances de erros.O histórico dos beneficiários poderá ser disponibilizado digitalmente e trará muito mais agilidade ao atendimento, nas análises e nas prescrições das medicações. Com isso, há mais segurança para trabalhar, com menor probabilidade de falhas em decorrência da falta de informações ou elementos.

Maior precisão nos diagnósticos

A transformação digital na saúde também deve mudar a forma pela qual os diagnósticos são feitos, trazendo cada vez mais precisão. Isso deve ocorrer por conta do uso do big data, que permite a avaliação de um grande volume de elementos, encontrando características comuns em beneficiários, cidades, instituições e assim por diante.Dessa forma, é viável traçar perfis endêmicos e epidemiológicos, com base no perfil dos pacientes e nos sintomas em comum. Com isso, será possível identificar quadros e realizar ações de prevenção e tratamentos com início precoce em quem apresentar essas características.

Melhor gestão de recursos financeiros

A tecnologia também permite uma melhor gestão de recursos financeiros ao aliar o uso de softwares que armazenam grandes volumes de informações com práticas inteligentes de auditoria e avaliação. Dessa maneira, os gestores poderão verificar os medicamentos prescritos, exames solicitados e cada peculiaridade das instituições.É uma forma eficiente de evitar o desperdício clínico, que responde por 15% de todo dinheiro gasto com assistência médica, ou mesmo, comparar e verificar o atendimento e as condutas em quadros similares em outros locais. Isso também torna possível oferecer mais qualidade na atenção a saúde, por observar os locais mais eficientes e com maiores índices de satisfação.Como você pôde ver, a transformação digital na saúde abre uma série de possibilidades, que permitem uma gestão mais eficiente e positiva para todos os envolvidos no segmento. Cabe ao gestor identificar o melhor momento para aplicá-la e conseguir gerenciá-la efetivamente.Gostou de aprender sobre a transformação digital na saúde? Então não deixe de seguir nossos perfis em suas redes sociais. Estamos no Youtube e LinkedIn!

Telemedicina: saiba como ela está mudando a relação com os pacientes

A telemedicina é um conceito bastante amplo que abrange as novas possibilidades trazidas pela tecnologia para que algumas ações de saúde sejam realizadas à distância. Atualmente, ela já é realidade quando acessamos o resultado de um exame virtualmente ou compartilhamos um prontuário online. Mesmo assim, há temas polêmicos, como a possibilidade de realizar consultas e procedimentos por meio dos computadores.A avanço tecnológico no futuro não deixa dúvidas que a telemedicina será muito utilizada e acreditamos que esse processo é inevitável. Por essa razão, o médico e o gestor devem prestar bastante atenção em como isso está transformando a relação com o paciente.Por esse motivo, reunimos neste post algumas informações importantes. Acompanhe e saiba mais sobre este assunto!

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Polêmica em torno do tema

Em relação à facilidade de comunicação entre serviços de saúde, como laboratórios e hospitais, não há muita polêmica sobre o assunto. Não é mais preciso ficar esperando a impressão e a busca de papéis entre eles. Tudo fica disponível online assim que fica pronto. Então, todos os médicos concordam que a telemedicina facilitou o acesso a resultados de exame, permitindo um diagnóstico mais rápido.Porém, o assunto ainda é polêmico em relação a outras modalidades como:

  • teleconsulta: o médico e o paciente se consultam por meio de uma chamada de vídeo e todas as etapas, como anamnese e prescrição, são feitas digitalmente;
  • telemonitorização: os sinais vitais de pacientes internados são aferidos digitalmente e transmitidos para um médico à distância. Caso seja necessário, ele alertará os profissionais de plantão para resolver ocorrências;
  • teleintervenção: alguns procedimentos invasivos poderão ser feitos por vídeo à distância.

Nesses casos, não há um consenso e muitos médicos acham que isso comprometerá a relação médico-paciente. No entanto, felizmente, cada vez mais profissionais percebem que a telemedicina pode melhorar o acesso e a qualidade dos serviços de saúde.

Vantagens na relação com os pacientes

Melhora o acesso à saúde

A telemedicina representa um grande avanço à saúde dos pacientes, pois permite que os médicos cheguem a lugares de difícil acesso, onde, na maioria das vezes, há carência de profissionais.Com o nível de tecnologia atual, já é possível fazer algumas ações de saúde à distância sem que isso comprometa a qualidade do serviço e ainda evite custos, tanto ao paciente quanto ao consultório. Por exemplo, em comunidades rurais, as propriedades podem ser muito distantes umas das outras, além de a condição das estradas impedir a chegada do médico a tempo.Então, munir os agentes e enfermeiros com ferramentas de telemedicina permitem que eles sejam um braço diagnóstico do médico, que ficará disponível em outro local. Assim, todas as medidas de saúde mais simples, como renovação de receitas e prevenção de doenças, podem ser feitas sem a presença médica.Atualmente, está sendo desenvolvida a tecnologia de cirurgia robótica à distância — que promete ser uma verdadeira revolução. Com ela, espera-se resolver o problema do acesso a médicos muito especializados, como neurocirurgiões de determinados tipos de tumores.O profissional poderá comandar um robô por meio de um console por meio da internet. Por exemplo, o médico poderá estar em Paris e o paciente aqui no Brasil. Portanto, em vez de ter de mudar para uma cidade distante para fazer um tratamento, o indivíduo poderá ir a um centro de cirurgia robótica e se operar com esse especialista pelas ferramentas da telemedicina.

Aproxima médicos e pacientes

Devido a essa possibilidade de consultas e tratamentos remotos, muitas pessoas têm o preconceito de que a telemedicina vai afastar o paciente do médico. Todavia, é muito mais provável que o oposto aconteça. As pessoas estão cada vez mais conectadas a internet e isso permite novas formas de interação entre o médico e o paciente.São vários os exemplos nesse sentido:

  • há aplicativos que ajudam os pacientes no controle da tomada de medicamentos, lançando lembretes nos horários certos. Em alguns deles, o usuário tem de fazer o “check-in” e as informações são compartilhadas com os médicos, os quais poderão monitorar a adesão ao tratamento. Caso percebam que o paciente está negligenciando a sua saúde, poderão mandar uma mensagem para motivá-lo;
  • serviços de mensagem instantânea permitem que as pessoas se comuniquem com os médicos sempre que precisarem. Então, se estiverem sentindo o efeito colateral de um medicamento ou tiverem alguma dúvida sobre o tratamento, é possível mandar uma mensagem e ter sua solicitação atendida rapidamente;
  • consultas em vídeo permitem que o paciente continue vinculado a seu médico de referência mesmo quando não puder ir ao consultório (devido a viagens, por exemplo). Sabemos que o vínculo com o profissional é parte essencial para melhorar a qualidade do cuidado.

Portanto, não há um prejuízo na relação, mas apenas uma adaptação aos novos tempos. As pessoas ainda continuarão indo ao médico com a frequência necessária para uma anamnese e exames físicos completos. No entanto, interações mais simples serão otimizadas pela internet.

Agilidade na resolução do problema

Exames, laudos, interconsultas e prontuários estarão sempre disponíveis digitalmente por meio da nuvem, assim que tiverem sido concluídos. Então, o médico assistente poderá obter um diagnóstico muito mais rápido dos problemas de saúde do seu paciente. Consequentemente, poderá intervir precocemente, o que traz um melhor prognóstico. Afinal, na medicina, o tempo é precioso e qualquer segundo pode fazer uma grande diferença.

Boas práticas para usar a telemedicina

Consentimento

Na área da saúde, o sigilo entre o profissional e o paciente é um direito essencial. Portanto, qualquer compartilhamento de informação deve ter o consentimento do último. Além disso, ele deve estar sempre de acordo com a transmissão de parte do seu cuidado para mundo digital. Caso contrário, haverá o comprometimento dessa relação que é imprescindível para o sucesso do tratamento.

Formação específica

Da mesma forma, a telemedicina traz uma maior pressão sobre a formação dos profissionais. Afinal, eles devem estar muito bem capacitados para oferecer os serviços à distância. Então, além de conhecer profundamente sua área, precisarão dominar também as técnicas, ferramentas, softwares e meios digitais.

Não se limitar a tecnologia

A tecnologia é uma aliada importantíssima em todo esse processo, e a qualidade dos equipamentos deve ser muito boa. Entretanto, o que fará mesmo a diferença é ir além dela e se lembrar que, apesar da distância, a humanização e a personalização do cuidado ainda é o grande diferencial de um médico. Portanto, não deixe de investir nesses aspectos e sempre ofereça um atendimento empático, minucioso e interativo.Por fim, acreditamos que a telemedicina faz parte do futuro da saúde, pois é uma evolução natural permitida pelo desenvolvimento tecnológico. Então, a questão não é se essa transição vai ocorrer, mas quando e como. Por isso, precisamos quebrar nossas resistências e pensar em como oferecer o melhor para os pacientes com as novas ferramentas que temos em mãos.Esse é um assunto instigante, não é mesmo? Sendo assim, não deixe de compartilhar o nosso post nas redes sociais! Veja o que seus amigos e colegas pensam a respeito sobre a influência da tecnologia no futuro da profissão.

Carreira na saúde: prepare-se para se tornar um gestor de inovação

Conquistar uma longa e próspera carreira na saúde é uma tarefa desafiadora, especialmente se considerarmos que esse é um segmento altamente complexo e que padece de uma melhor infraestrutura no Brasil. Por isso, preparar-se para se tornar um gestor de inovação pode ser um diferencial importante para o seu sucesso a longo prazo.A tecnologia vem impactando a rotina das mais variadas áreas do mercado e os profissionais que estão atentos para essa realidade podem saltar à frente da concorrência e, ao aprimorarem os seus conhecimentos, estarão mais aptos a ter os melhores cargos e salários. Confira o conteúdo a seguir e entenda um pouco mais sobre esse tema.

A mudança da carreira na saúde

Não é novidade para ninguém que as carreiras da área da saúde estão mudando consideravelmente nos últimos anos. Dessa forma, em breve, os responsáveis pela administração de estabelecimentos como hospitais, clínicas, planos e grandes empresas de saúde se tornarão, na realidade, gestores da inovação.Eles só poderão atuar com alta precisão e boa eficiência se compreenderem o verdadeiro papel da tecnologia e das novas soluções na promoção do bem-estar. Isso não apenas dos pacientes, mas também na própria saúde financeira de todas as instituições que atuam no ramo e que precisam estar em consonância com as melhores práticas disponíveis.

A realidade do mercado de saúde atual 

Nos dias de hoje, são formados muito mais especialistas da área de saúde no ensino superior do que eram no passado. No entanto, nem sempre a quantidade se reflete em qualidade e, todos os anos, o mercado de trabalho recebe novos profissionais que não apresentam os diferenciais necessários para ter sucesso.É justamente nesse contexto que aqueles que desejam atuar nos cargos de gestão podem se destacar, aproveitando as oportunidades do mercado. Isso pode ser visto até mesmo em função do envelhecimento da população mundial e da crescente preocupação com a qualidade de vida e bem-estar.Com a evolução tecnológica de tempos recentes, a prestação de cuidados pode usufruir das soluções inovadoras e dos equipamentos modernos, que proporcionam uma maior excelência nas ações. Esses recursos tecnológicos passam, portanto, a ser cruciais na assistência, sobretudo com o advento do prontuário eletrônico.Vale destacar também a consolidação dos dados dos pacientes, o que possibilita uma maior agilidade nas consultas e aumenta a confiabilidade das informações. Além disso, a análise desses elementos permite um maior controle e uma melhor regulação dos fluxos assistenciais.Isso possibilita uma excepcional redução dos custos, já que elimina a redundância de procedimentos como exames, por exemplo, além de permitir um diagnóstico muito mais preciso. Como consequência, temos a prescrição de uma conduta mais efetiva, a troca de experiências com outros profissionais ou a possibilidade de se explorar alternativas de tratamento, em função da aplicação de Inteligência Artificial.Para essa conjuntura, é fundamental ter um gestor preparado adequadamente para essa função. Ele precisa reunir condições de avaliar o conjunto formado por esse novo cenário, a fim de tomar decisões que proporcionem um melhor custo-benefício para a sua organização e para os usuários dos serviços de uma maneira geral.

Algumas dicas para se tornar um gestor de inovação

Depois de ler sobre as mudanças nas carreiras da área de saúde e a realidade atual do mercado, é muito importante seguir alguns passos que podem consolidar a sua posição na área. Confira o conteúdo a seguir e descubra como fazer isso!

Aumente a sua rede de contatos

Para se tornar um gestor de inovação, é preciso que você invista no aumento da sua rede de contatos. Afinal, esses cargos são de confiança e, na maioria das vezes, são obtidos por um conjunto de conhecimentos técnicos e de indicações de profissionais de boa qualidade, que já ocupam uma posição hierarquicamente alta no setor.Sendo assim, não perca a oportunidade de interagir com outras pessoas do ramo, especialmente aquelas que têm objetivos semelhantes, fazendo com que esse convívio seja extremamente fértil para a concepção de novas conexões, o famoso networking. Faça disso um hábito rotineiro e colha os frutos posteriormente.Participar de eventos e palestras de saúde é outra maneira de reforçar e criar novas ligações com pessoas da área, aumentando a sua rede no setor. Mas é importante lembrar que não se deve restringir a isso, caso realmente deseja ter seu nome vinculado à inovação. Participe também de eventos sobre o tema, de forma genérica, aproxime-se do ecossistema das startups e entenda todos os conceitos de inovação que elas estão trazendo para o mundo das empresas. Faça disso um hábito rotineiro e colha os frutos, posteriormente.

Adote uma postura proativa

Quem deseja subir profissionalmente não pode deixar de adotar uma postura proativa, principalmente se visa ser um gestor da inovação. Agindo assim, os profissionais ao seu redor perceberão a sua vontade de crescer, tanto por meio dos conceitos e soluções inovadoras que você traz, quanto pela sua postura aberta ao novo. Assim, ficará claro que você está tomando as medidas necessárias para que isso aconteça.Além disso, é bastante conveniente ser engenhoso ao nutrir a sua inteligência emocional e ter bom nível de empatia, não apenas com os pacientes, mas também com os colegas, melhorando o seu relacionamento em geral. Mostre-se genuinamente interessado em aprender sobre os processos, tecnologias e sobre os problemas alheios.

Mantenha-se sempre atualizado

Não dá para se tornar um gestor de inovação sem se manter constantemente atualizado, não é mesmo? Os avanços da tecnologia, as pesquisas e novas descobertas estão sendo criadas com uma velocidade jamais antes vista. Isso acaba impactando em muitas mudanças no campo de conhecimento de todas as especializações da área de saúde.Diante dessa realidade, jamais se contente com o que foi aprendido nos seus anos de graduação e tente sempre se beneficiar dos novos métodos, técnicas e de todas as informações recentes sobre sua área de especialização, não importando se você trabalha diretamente com o paciente ou na gestão.Esteja sempre em busca de cursos e workshops relacionados às novidades do seu segmento de atuação. Essas inovações são boas não só para os pacientes, mas também para o seu reconhecimento no mercado.Seguindo os passos acima e aprimorando os seus conhecimentos gerais, você poderá se tornar um gestor de inovação. Isso ajuda a ficar apto a ocupar cargos administrativos e de liderança, com total competência e eficácia, da carreira na saúde.Gostou de aprender como se tornar um gestor de inovação da carreira na saúde? Quer conferir outros conteúdos como esse? Então não perca mais tempo e assine a nossa newsletter!